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24/05/2019 15:19 | Autor: Editor

Milho do Paraná pode representar 17% do total nacional

O relatório da safra 2018/2019 divulgado nesta quinta-feira pelo Deral, o Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, mostra que a produção paranaense de grãos pode chegar a 37 milhões e 100 mil toneladas, uma variação positiva de 5% em relação à safra anterior: segundo o Deral, o milho pode representar 17% do total nacional.



O Paraná ocupa a segunda posição no ranking brasileiro de produção do grão, que é de aproximadamente 95 milhões de toneladas.
Com a relação à cultura do trigo, a área de plantio se confirmou menor em relação à safra passada.
O relatório do Deral também confirma as projeções de área e produção para a soja de 16 milhões e 200 mil toneladas, com previsão de quebra de 17%.
O excesso de calor e a falta de chuva foram determinantes para esse índice, segundo o chefe do Deral, Salatiel Turra....................gravação......................................
Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, a safra paranaense pode ser representativa neste ano................gravação........
O feijão da segunda safra está 50% colhido e a estimativa é de uma área 8% maior à do ano passado e cerca de 76% das lavouras apresentam boa qualidade.
A produção, inicialmente projetada em 430 mil toneladas, reduziu para 409 mil toneladas, mas houve aumento de 33% na produtividade esse ano, com relação ao ano passado.
A colheita está adiantada, pois o tempo tem colaborado e de acordo com as previsões do Deral, essa colheita vai se estender até os primeiros dias do mês que vem.
Com relação ao trigo, tanto a área quanto a produção mantiveram os índices anteriores.
A produção esperada é de 3 milhões e 200 mil toneladas e cerca de 60% da área está plantada até o momento.
A produção de cevada coloca o Paraná como o maior produtor do Brasil.
Os dados do relatório mensal do Deral mostram que a área segue semelhante à última safra, com 56 mil hectares, mas a produção deve aumentar 16%.